Um absurdo o que aconteceu em São Paulo no seqüestro de duas jovens. Após mais de cem horas de cárcere privado a invasão da polícia foi questionada por alguns incautos. Aliás, a ação da polícia deveria ser realmente questionada, pois o que deveria ter acontecido no mínimo é a morte do seqüestrador.
Grupos de direitos humanos se levantaram pela segurança do seqüestrador, do bandido, do meliante. Gostaria de saber se algum grupo se movimentou para amparar a família enlutada. Ou aquela família que tem hoje uma jovem internada.
Na realidade vivemos em um mundo com valores alterados. Lembro-me bem de um seqüestro que começou em Minas e com o desfecho em Goiás, aonde o Secretário de Segurança Pública, conhecido de minhas eras em Belo Horizonte, José Resende de Andrade, disse textualmente “ não matamos o seqüestrador porque estávamos em Goiás. Em Minas seqüestrador a gente mata.” Foi questionado, alvo da imprensa, mas se elegeu até Deputado Federal, prova da aprovação pública aos seus atos.
Lembro-me também do “Cravo Vermelho” grupo de extermínio que atuava em Belo Horizonte, cujos corpos apareciam mortos com cravos vermelhos em cima. Lembro-me também do Rio aonde bandidos eram achados mortos.
Hoje temos uma polícia acuada pela sociedade. É lógico que o poder corrompe e muda as pessoas. Mas temos que pensar na nossa família, nossos irmãos, pais, filhos, que andam todos os dias pelas ruas de nossa cidade. Temos que pensar que também são humanos os policiais que envergam suas armas em nossa defesa e da sociedade organizada, trabalhadora e ordeira.
Vale lembrar a frase do famoso jornalista “ Bandido bom é bandido morto.”
Acho que a polícia foi muito corajosa em não “meter” uma bala na cabeça do seqüestrador.
Que Deus ampare a família da jovem.
É mais prova da vergonha que é o Brasil nos dias de hoje, onde bandido vira artista com entrevistas ao vivo em programas de televisão.
Grupos de direitos humanos se levantaram pela segurança do seqüestrador, do bandido, do meliante. Gostaria de saber se algum grupo se movimentou para amparar a família enlutada. Ou aquela família que tem hoje uma jovem internada.
Na realidade vivemos em um mundo com valores alterados. Lembro-me bem de um seqüestro que começou em Minas e com o desfecho em Goiás, aonde o Secretário de Segurança Pública, conhecido de minhas eras em Belo Horizonte, José Resende de Andrade, disse textualmente “ não matamos o seqüestrador porque estávamos em Goiás. Em Minas seqüestrador a gente mata.” Foi questionado, alvo da imprensa, mas se elegeu até Deputado Federal, prova da aprovação pública aos seus atos.
Lembro-me também do “Cravo Vermelho” grupo de extermínio que atuava em Belo Horizonte, cujos corpos apareciam mortos com cravos vermelhos em cima. Lembro-me também do Rio aonde bandidos eram achados mortos.
Hoje temos uma polícia acuada pela sociedade. É lógico que o poder corrompe e muda as pessoas. Mas temos que pensar na nossa família, nossos irmãos, pais, filhos, que andam todos os dias pelas ruas de nossa cidade. Temos que pensar que também são humanos os policiais que envergam suas armas em nossa defesa e da sociedade organizada, trabalhadora e ordeira.
Vale lembrar a frase do famoso jornalista “ Bandido bom é bandido morto.”
Acho que a polícia foi muito corajosa em não “meter” uma bala na cabeça do seqüestrador.
Que Deus ampare a família da jovem.
É mais prova da vergonha que é o Brasil nos dias de hoje, onde bandido vira artista com entrevistas ao vivo em programas de televisão.