sexta-feira, 6 de maio de 2011

Band 1000 dias, com fotos de Leo Crosara

Equipe do programa A Noite é Uma Criança que produziu uma matéria especial que será veiculada no dia 09 de Maio.








































































































Equipe da Band Triângulo leva convidados e prepara programa especial da Fórmula Indy 2011.

Uma caravana uberlandense esteve em SP no último fim de semana para prestigiar a etapa brasileira da Fórmula Indy. Parceiros e clientes da Band Triângulo poderam conhecer a estrutura montada para o evento além de serem recebidos em um espaço reservado, o Band Club. Com fotos de Leo Crosara:





Luiz Eduardo de Souza e Ricardo Cunha (Comercial Band Triângulo)



Leo Crosara e Marcelo Tas



José Saad Duailibi (Diretor Geral Band Triângulo e Band Minas) e Johnny Saad (Presidente Grupo Bandeirantes)




César Chagas (Eletrosom.com)




Guy Boaventura entrevista Pedro da Loop Propaganda para o programa especial.


Fernando Martini - Revista Mercado



Marcelo Tas e Meirylele da CineFilmes no clima da campanha da Band Triângulo "O Brasil de olho em Uberlândia" estrelada pelo Tas.




Marcos Perguer








































































































































































quarta-feira, 23 de março de 2011

ACONTECEU EM UBERABA!! CAÇADA AOS QUEIJOS ASSASSINOS

Acabei de receber via email e com certeza não podia perder a oportunidade de compartilhar....


Na Terça, 22 de Fevereiro de 2011, em Uberaba houve uma verdadeira "operação de guerra" na qual policiais militares armados, Procon estadual e Vigilância Sanitária derrotaram um bando de queijos Minas.

Os facínoras estavam expostos em bancas do comércio, principalmente no Mercado Municipal, ameaçando os clientes pois estavam despidos de uma embalagem à vácuo e pior, sequer portavam sua tabela de informações nutricionais.

A comunidade pode agora ficar tranquila, os nossos heróis que defendem nossas vidas dos ataques desses queijos de péssima índole venceram, quase uma tonelada foi apreendida e destruída no aterro sanitário, esmagado sobre as esteiras de um impiedoso trator, pois eram
"impróprios para o consumo".

Que bom que em meio a tantos estupros, arrombamentos, roubos de cargas, tráfico de drogas, sequestros e latrocínios ainda exista gente para nos proteger dos laticínios.

Ora autoridades, tenham um mínimo de bom senso, a fabricação e consumo de queijos é um costume milenar no mundo e multi secular em Minas. O nome diz, queijo mineiro, feito de leite de vaca, usando coalho que por sí só já é um agente biológico que o azeda. Essa tradição, mais
que centenária, nunca matou ninguém, meu tatarasavô já vendia queijos "marginais" em Dores do Indaiá e nunca foi tratado como bandido, ou será que devemos nos arrepender por todas as fatias que já engolimos, às vezes com goiabada caseira (também despida).

O queijo mineiro, principalmente da Serra da Canastra é apreciado como uma fina iguaria, porém se for levado à geladeira altera seu sabor original, como querem esses "soldados" que doam suas vidas, se preciso for, para nos livrar desse "venenoso alimento".

Parece que o Procon não sabe, mas costumamos, "até mediante torturas físicas", deixar os queijos expostos ao ambiente para que eles fiquem curados. O IMA (Instituto Mineiro de Agropecuária), casa de burocratas imbecis e corruptos, impõe que ele seja embalado à vácuo e que traga na embalagem informações nutricionais. A continuar nesse pique daqui a pouco o pão francês será o próximo, imagine um pãozinho embalado individualmente, com uma tabelinha de nutrientes e data de validade para sabermos se ele está quente do forno ou não. Tratam-nos como se fossemos ignorantes e sequer soubéssemos escolher uma fruta, um doce ou um pé de alface, deixem disso, temos mais o que fazer.

Estão extinguindo as chances de sobrevivência do pequeno produtor rural, aquele mesmo que por falta de opção vai ser um João Ninguém na cidade onde seus filhos poderão exercer
atividades menos regulamentadas como o tráfico.

Ao proibir o tradicional queijo Minas, estão matando aos poucos a tradição da comida mineira, os próximos poderão ser o pão de queijo, a galinha caipira com alçafrão e quiabo, o tutu, o feijão tropeiro, a pururuca, a broa, o bolo de fubá, o doce de leite.

O excesso de normas inviabiliza os pequenos negócios favorecendo apenas aos grandes laticínios e hipermercados, portanto gera desemprego e tensão social. Fica, para as autoridades, um
questionamento do povo:

Se prendem os queijos, porque não prendem os ratos?